terça-feira, 22 de dezembro de 2009

No strings attached

Que tal uma sexta-feira regada a Tollocos e baladinha?

- Meu! Você tá louca? Não era pra chamar ele!!!

Depois dessa frase e uma leve discussão no banheiro...

"A gente embebeda ele..."

Jesus, Maria e José... só chamando todos os santos mesmo!

Até que não precisou... o Papai Noel mandou um presentinho pra gente, limpou a minha barra e ainda por cima fez a mulherada rachar-se de rir [lê-se beijar].

Mas a noite ainda nem começou... quando eu não aguentava mais dançar resolvi sentar: "vamos pegar uma água?"

Últimos ajustes e...

"Rapha ela quer ficar com o Alemão"
"E ele quer ficar com ela"

Fechado!!!

Enquanto isso, no lustre do castelo, a Melca já estava longe... beeeemmm longe!

Não demorou nem um minuto e....

SMACK!

"Jesus... esses dois não se desgrudam!"

Ok, ok... continuei na minha dancinha marota.
Me chega um bêbado... Ah! Ninguém merece...

"Tô de boa!"... "Tô de boa, você não entendeu???"

Continuando a dancinha marota... e mais alguns "tô de boa", eis que...

Surge uma mão!

Depois de algum tempo, percebe-se que os olhares já vêm se cruzando há algum tempo, santa ingenuidade! Mas isso só ficou claro quando os dedos se cruzaram, e logo se soltaram. Quando dei por mim, a pessoa que ora estava de frente para mim agora estava ao meu lado encostando sua mão na minha como se as mãos falassem. E falam! Depois um longo abraço e...

"Eu namoro"
"É isso então?!"
"É!"
"Ok. Ainda assim, você tem a noite toda caso mude de ideia"

Dois pra lá, dois pra cá...

"Estou cansada, vamos sentar?"

E então ressurge a Melca e o Papai Noel resolve reaparecer trazendo consigo aquilo que ele havia levado: "Ops! Fudeu!"

Enfim, terminamos esta parte com a seguinte frase:

"Não fui eu quem perdi, mas você que deixou de ganhar"
"Uhuuu"

Bora Bella Paulista!

Nossa como eu estava com sono e por isso dormi na mesa da padoca, dormi no metrô, dormi na lotação, mas consegui chegar em casa, tomar um banho e DORMIR! Dormi até as 16h... e depois mais um pouco, e mais um pouco... dormi muito até que terminou o domingo!


Beijos!
\o/

Resolvi falar [última parte]

O fato é que é muito difícil lidar com a decepção.

O outro fato é que eu resolvi encarar.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Resolvi falar [Parte 1]

Estou cansada.

Cansada da pressão do dia a dia e cansada de pensar na frustração de não passar na FUVEST.

Existe um aperto no meu coração... e vou contar um dos motivos:

Quando eu estava na 8ª série fiz cursinho para prestar o vestibulinho da CEFET e ETESP, estudei muito e encarava a pressão de passar como natural, mas as palavras das pessoas refletia o crédito que eu recebia. Todos acreditavam em mim. Não passei, nem em um, nem em outro... e por MUITO.

Depois disso, amarguei a vergonha e voltei a morar em São Paulo. Fui estudar em um colégio onde tive que aguentar resistência de muita gente (inclusive de professores).

Se não pode contra eles, junte-se!

Não me juntei!

Resolvi então prestar novamente o vestibulinho, mas agora para o Aprígio e me sujeitaria voltar um ano.

Passei! Não sei em que posição.

A felicidade de ter passado superou tudo? Não!

Mas eu passei.

Quando meu pai foi levar meus documentos, a secretária da escola não queria fazer minha matrícula, porque eu teria que voltar um ano.

Meu magnífico pai conseguiu que eu me matriculasse e conseguiu mais: ele me inscreveu em uma prova que me faria ir ao segundo colegial.

Ele me disse: "Vai lá! Fiz isso porque eu sei que você vai passar."

Passei. Na repescagem, mas passei.

E ele disse de novo: "Tenho orgulho de você"

No Aprígio eu aprendi mais do que matérias, aprendi que existem pessoas diferentes, e muitas vezes, muito diferentes.

Conheci pessoas que carrego no coração, e outras que eu aturo até hoje (rss) - aturo porque amo demais (isso é assunto pra outro post).

Tive momentos marcantes. Como não lembrar do meu primeiro dia no 2º ano? Ou do dia que eu briguei? Ou da primeira cerveja? Da cuba (mal feita pra caramba!)? Das músicas cantadas durante a aula? Ou do dia que a Marisa não deixou a gente entrar? Da guerra de aviãozinho? Do maluco professor de história? Do dia da formatura? Do prexede... Como não lembrar das amizades? E que amizades!

Foram tantos momentos que eu ficaria horas, e mais horas escrevendo e não caberiam em um post, nem em dois... apenas quem viveu sabe do que eu falo.

Enfim... voltando ao assunto.

No terceiro colegial, ano de vestibular, prestei o ENEM, e que tal 97 na redação e 95 na parte objetiva? Bom né?

A partir daí tive que encarar minha família dizendo: "você vai passar na FUVEST..." ou ainda, "minha filha vai estudar na USP"... e alguns ainda disseram "você tem que passar"...

Tive medo.

Era como se meu passado voltasse. A mesma pressão, as mesmas palavras, as mesmas esperanças.

Eu tinha prometido que passaria.

Na oitava série jurei a minha mãe que eu passaria. (entende porque não juro mais?)

No dia da prova...
Não fui!

Não saberia lidar com a decepção de meus pais, mais uma não.

Afinal aquele ano foi repleto de decepções.
Você sabe o que é ver seu pai chorando por você ter decepcionado-o?
Eu sei!

Sempre tive um sonho desde minha adolescência: estudar na USP.

E por covardia, ou algo do tipo, não fui à prova.

Lembro como se fosse hoje, cheguei à casa de minha mãe, exatas 17h...

"Zerei na prova"

Fui para o meu quarto, e me restou apenas uma coisa: chorar.


continua...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Bem-ido

E que viva o grande José de Alencar! Foi ele quem me ensinou que você pode desejar a uma pessoa "bem-ido" da mesma forma como diz "bem-vindo".

O fato é que algumas pessoas insistem em não ir, e isso nos deixa mal porque sabemos que será menos doloroso aos dois que ela se vá. Se vá conscientemente e não inconsequentemente.

"Que cafajeste!"

A gente encontra alguns desse pelo caminho, e o que fazer quando nos apaixonamos por ele?

Seria tão fácil se ele fosse... fosse e não voltasse mais, e não me tratasse como um mero "escape" para seus momentos de fraqueza e carência.

Seria muito mais fácil se ele entendesse que eu tenho sentimento e, pior, tenho sentimento por ele.

Preciso de um amor!

Um amor que toque meu corpo por inteiro, sem olhar para o relógio.
Um amor que seja tão inconsequente quanto a coerência de seus pensamentos o permite ser.
Um amor que me ligue de madrugada apenas pra dizer que me ama.
Um amor que me dê flores ao amanhecer e que me ame ao anoitecer.
Um amor que me faça esquecer as dores do mundo, ainda que por alguns instantes.

Preciso de um amor!

Um amor eterno.

Um amor que simplesmente... me ame.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Manipular ou não?

Vamos lá.

Como podemos definir uma pessoa manipuladora?

Vou tentar...

Talvez seja aquela pessoa que percebendo o grau de importância [e/ou rabo-preso] na vida de algumas pessoas usufrui disso para benefícios próprios.

Aoaa

A primeira vista isso não é tão ruim; afinal qual é o mal em usufruir dos outros para benefício próprio?

Nenhum. Desde que isso não implique prejudicar alguém, afinal você ser usado por alguém é opcional, você ser prejudicado por tabela não é!




Hey Many!






Pense nisso.




terça-feira, 1 de dezembro de 2009

3 segundos... e só!

Jesus, Maria e José...

3 segundos já mudaram sua vida?

A minha já!


Domingo participei da gravação do programa "1 contra 100", da emissora SBT.

Era um especial universitário, e por isso havia 100 universitários contra 1 professor.

Vai ao ar em janeiro, provavelmente dia 27.

Jesus, Maria e José... 97 universitários foram eliminados... fiquamos em 3 contra o professor durante algumas rodadas.

Várias pessoas torcendo por mim... e eu errei! Errei a última pergunta e perdi!

Na altura do campeonato estava em jogo 400 mil reais, que a Marina levou sozinha.

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Competição à parte... com certeza me diverti muito, sem contar que paguei muito mico - quem manda se chamar Vanessa Camargo... - tive que cantar no palco...

Enfim, foi muito legal, o pessoal gritou meu nome depois que fui eliminada, recebi vários abraços de apoio, e vi quanta gente tava torcendo por mim.

Fiquei feliz! E com certeza isso fez valer a pena!

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Alguém pode me explicar como pode existir pessoas capazes de te importunar até quando você dorme?


Beijos