
De qualquer forma, não acredito que somos suficientemente sádicos a ponto de escolhermos coisas que nos fariam mal. Ainda assim, "pra quem sabe olhar para trás, nenhuma rua é sem saída".
No momento, eu posso escolher em um parto rápido, aquele tipo pá-pum e: é o fim! Ou não, posso optar por aquele parto longo, e que não impede o choro no final das contas.
O mais angustiante é pensar que o cordão umbilical será cortado; talvez a dor do parto seja mais por pensar que o cordão será cortado do que pela dor em si.
Não entendeu nada, não é?
Vejamos...
Tenho percebido que há coisas que me incomodam, e que há situações que eu não quero (e nem preciso) conviver.
Eu já me sujeitei a muitas coisas, e parece que tem fases em que "tudo coopera para o seu bem"... é isso! Estou no momento propício para mudar...
Nada de libertinagem, e sim liberdade: liberdade pra dizer não, liberdade para agir, pensar, falar (ainda que eu saiba que as pessoas não são obrigadas a ouvir... é um risco).
Nesses últimos dias tenho ouvido demais, e chega uma hora que cansa.
E eu... cansei!
Cansei de ter que dar explicações;
Cansei de ser obrigada a ouvir;
Cansei de falar para esconder o silêncio;
Cansei...
Sendo assim... mudar a postura, por que não?!
Foi essa a minha escolha.
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